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Ilustração de cuidado e proteção.

Convivência e Proteção

Toda escola diz que não tolera bullying. Poucas explicam o que fazem no dia em que acontece.

Bullying é uma das cinco perguntas que a nossa matriculadora mais ouve numa visita. É justo: nenhuma escola honesta promete que nunca vai acontecer nada. Onde há centenas de crianças convivendo, vai haver conflito, exclusão e agressão. A diferença entre as escolas não está na promessa. Está no que existe pronto para o dia em que acontecer.

Aqui isso não depende do bom senso de quem estava por perto. É o Protocolo Antibullying do Grupo A Educacional, escrito, com etapas, prazos e responsáveis, válido para as cinco escolas do grupo.

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O que é bullying, e o que não é.

O que é bullying, e o que não é

Bullying tem três marcas ao mesmo tempo: é intencional, se repete e há desequilíbrio de poder. Quando falta uma das três, é conflito. Conflito também é levado a sério e também é trabalhado, com mediação, mas o percurso é outro.

Na dúvida, a família não precisa classificar. Precisa comunicar. Quem faz a análise é a Coordenação Pedagógica.

As cinco etapas do protocolo

Escuta ativa.

A criança é ouvida em lugar reservado, por alguém com preparo para isso. Sem confronto e sem interrogatório.

Registro formal.

O que se apura vira documento, com data e assinatura.

Análise pedagógica.

A escola lê o conjunto do que foi apurado e classifica a situação.

Intervenção imediata.

Proteção para quem sofreu, responsabilização para quem praticou e trabalho com a turma, porque bullying sempre acontece diante de uma plateia.

Acompanhamento contínuo.

O caso não se encerra no dia da conversa.

Vivências de convivência e proteção no Liceu.
O que a escola nunca faz.

O que a escola nunca faz

Não expõe nenhuma criança, em nenhum canal. Não trata bullying como “coisa de criança”. Não pune sem apurar. Não promove acareação. Não cuida apenas de quem sofreu: cuida também de quem praticou, porque também é criança em formação. E não promete risco zero. Promete método, registro e resposta no tempo certo.

Numa escola cuja direção afirma que não é lugar para famílias preconceituosas, isso tem uma consequência prática: agressão dirigida a quem é diferente não é tratada como travessura.

Criança com um copo no cotidiano escolar.

Saúde e medicação

Medicação, somente com receita médica. A escola só administra medicamento mediante receita e autorização clara e por escrito da família. As regras são obrigatórias e existem por um motivo que vale dizer em voz alta:

  1. Todo medicamento é entregue na secretaria, nunca na mochila. Uma criança pegando a medicação na mochila do colega é um risco real, e é isso que a regra evita.
  2. O medicamento permanece guardado na secretaria durante todo o período.
  3. Ao fim do período, a família retira o medicamento.
  4. A família envia receita com posologia e duração, autorização por escrito do responsável e o medicamento identificado com o nome completo da criança.

Em caso de febre , a escola entra em contato com o responsável para que a criança seja buscada.

Formação da equipe . A escola adota protocolo de formação e capacitação da equipe em primeiros socorros, em conformidade com a Lei Lucas.

Criança de costas em comunicação com pessoa adulta.

Comunicação com a família

Sempre que houver situação relevante envolvendo saúde ou bem-estar, a escola entra em contato com prioridade. Em troca, a escola pede três coisas da família, e elas fazem diferença de verdade:

  • Manter os telefones atualizados no cadastro.
  • Atender prontamente quando a escola ligar.
  • Informar a equipe sobre mudanças importantes: sono, medicamentos, sintomas, diagnósticos, restrições e intercorrências.
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Criança durante a alimentação.

Alimentação

A escola tem nutricionista, Andressa Perez dos Santos Pereira, responsável pelo acompanhamento do cardápio, que segue as normas vigentes de alimentação escolar e garante equilíbrio nutricional e segurança alimentar, com alimentos variados.

Há cantina, que atende todos os segmentos. O lanche pode vir de casa, e a orientação da escola é objetiva: simples e saudável, evitando ultraprocessados, excesso de açúcar e frituras. Frutas, sucos naturais, sanduíches leves e iogurte funcionam bem. Recipientes seguros e fáceis de a criança abrir sozinha evitam metade dos problemas do intervalo.

Na Educação Infantil, pela extensão do período, há dois momentos de lanche, às 14h40 e às 17h45. Um lanche reforçado atende os dois.

Restrições e alergias. A informação é repassada a todos os funcionários que convivem com a criança. Redundância, aqui, é proteção.

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Criança lendo em fotografia do cotidiano escolar.

Proteção digital e ECA Digital

O ECA Digital, Lei 15.211/2025, em vigor desde março de 2026, estende ao ambiente digital a proteção integral que o Estatuto da Criança e do Adolescente já aplicava ao mundo físico. Para uma escola, isso significa que o consentimento deixa de ser genérico, a finalidade precisa ser declarada e a autorização é revogável.

No Grupo A Educacional, o programa vai além do que a lei exige:

  • Sete formulários de autorização, um por finalidade, cada um com prazo próprio. Autorizar a foto do anuário não autoriza a foto do anúncio.
  • Revogação com efeito em até 72 horas.
  • Selo Ekko em toda imagem publicada, com a data da autorização e a validade.
  • Exposição mínima: nunca combinar, na mesma peça, rosto, nome completo, escola e rotina.
  • Proibição total de inserir imagem real de aluno em ferramenta de inteligência artificial.
  • Canais oficiais obrigatórios para toda comunicação com aluno e família: Educonnect, e-mail institucional e WhatsApp oficial da escola. Adulto da escola não fala com aluno por canal particular.

Não assinar uma autorização não afeta matrícula, rematrícula, mensalidade nem participação do aluno em nada.

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